The Asylum of the Daleks
Dinossaurs on a Spaceship
A town called Mercy
The power of three
The Angels take Manhattan
The Snowman
The bells of Saint John
The rings of Akhaten
Cold War
Hide
Journey to the Centre of the TARDIS
The Crimson Horror
The Nightmare in Silver
The Name of the Doctor.
(Source: mad-man-with-a-bowtie, via doctorwho)
Depois da ventania sempre vem a tempestade.
Aqueles quais não aspiram, não evoluem. Aqueles que julgam, serão assassinados pela lâmina do amanhã. Afiando as garras do depois, o agora brilha como as correntes ao redor do pescoço de um prisioneiro sentenciado à morte. O brilho do olho de uma criança que vê um brinquedo novo é o mesmo brilho da lâmina que corta a vida de algo que merece ser cortado.
Depois da tempestade sempre vem o amanhã.
Mesmo após ter seu fio cortado, ainda resta o túmulo. E do túmulo se nasce o desejo de que algum dia tudo pode mudar; tal desejo fantasiado de felicidade, de futuro. Nunca se sabe se amanhã fará sol ou chuva, nem mesmo se as pessoas preferem o sol ou a chuva, mas se sabe que o amanhã vai vir. Depende de si mesmo se irá aproveitá-lo ou não. Se irá fazê-lo valer a pena ou não.
Depois do amanhã, vem a Esperança.
Do desejo do futuro, se nasce a chama da esperança. A vontade do “porque não?” a ambição de ser algo novo, algo melhor, algo amadurecido. Eu já fui a esperança, e todos nós já fomos. Todos nós já nos vimos mortos, e de mortos criamos nossos desejos, e de nossos desejos criamos nossa meta. Esta última que mata a si mesma caso mal calculada, quando as pessoas se garantam no próprio sentimento; sentimento completo e falho, mas confortante. Uma armadura completa, que ao mesmo tempo que protege, tira a visão. Mata o futuro. Retira a esperança. Deixa o medo reinar; acha que o importante é vencê-lo e não entendê-lo. Tal medo que detona o futuro de uma mudança para o melhor. Espera a própria sentença; espera o pavio curto ascender para se mostrar, e não pensa em arrumar, não pensa em ajustar. Só em gritar, odiar, brigar… E esquece como é aproveitar, amar, viver e lutar. Mas tudo tem uma salvação.
Eu sou o Saqueador da Esperança.
Aquele que mesmo após perder, ter tudo queimado e destruído, rouba a esperança de que algo pode melhorar, se agarra nisso e continua. Daqueles que acham que perderam tudo, só resta roubar do mundo o que ele mais oferece: oportunidades de melhora. Um avanço, um motivo. Tirar o medo, quebrar muros, destruir muralhas. E ser maior que tudo isso! Ver o horizonte completo de oportunidades e ir quebrando a tristeza do comodismo; tirar a armadura que te protege do que vem de fora, mas que ao mesmo tempo destrói o que tem por dentro. Ficar nu às possibilidades e aceitá-las. Retirar o rancor, tirar as correntes do pescoço e continuar andando com a esperança que roubastes do mundo! Agora eu sou o Saqueador da Esperança, e a partir disso desejo o entendimento, a compreensão… Desejo que as muralhas do ego sejam quebradas e que as defesas sejam mudadas. Desejo um mundo onde as coisas funcionem, se completem e melhorem. Chega de discussão, chega de briga… Roube a esperança e vá com ela, não pense que ela acabou. Dê sua alma à esperança e veja os resultados.
He’s like fire and ice and rage. He’s like the night, and the storm in the heart of the sun. He’s ancient and forever. He burns at the center of time and he can see the turn of the universe. And…he’s wonderful.
(Source: helloeverything, via doctorwho)